segunda-feira, 13 de junho de 2011

Santo Antônio - 13 de Junho

Santo Antônio de Lisboa, internacionalmente conhecido como Santo António de Pádua, Ordem dos Frades Menores "OFM" (Lisboa, 15 de Agosto de 1191-1195 - Pádua, 13 de Junho de 1231), de seu nome de batismo Fernando de Bulhões, foi um Doutor da Igreja que viveu na viragem dos séculos XII e XIII.

Primeiramente foi frade agostiniano, tendo ingressado como noviço (1210) no Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa, tendo posteriormente ido para o Convento de Santa Cruz, em Coimbra, onde fez seus estudos de Direito. Tornou-se franciscano em 1220 e viajou muito, vivendo inicialmente em Portugal, depois na Itália e na França. No ano de 1221 passou a fazer parte do Capítulo Geral da Ordem de Assis, a convite do próprio Francisco, o fundador. Foi professor de Teologia e grande pregador. Foi convidado por São Francisco para pregar contra os Albigenses em França. Foi transferido depois para Bolonha e de seguida para Pádua, onde morreu aos 36 (ou 40) anos.

Santo António de Lisboa é considerado por muitos católicos um grande taumaturgo, sendo-lhe atribuído um notável número de milagres, desde os primeiros tempos após a sua morte até aos dias de hoje.

Protetor dos noivos, é tradição em Lisboa realizar-se um casamento coletivo, no dia 13 de Junho, na sua igreja, junto à Sé de Lisboa.

Santo António de Lisboa, OFM viveu na primeira metade do século XIII, em plena Idade Média. Desenvolviam-se as cidades extra-muros (os burgos) e uma nova classe social de artesãos, mercadores, banqueiros, notários e médicos ascendia na sociedade e no poder: a burguesia.

Na Europa formavam-se as nacionalidades sob a égide do Sacro Império e os exércitos dos anglos, francos e germanos, dominados pelo espírito da cruzada, combatiam os turcos muçulmanos no Oriente (na Terra Santa) e os berberes muçulmanos no Ocidente (na Península Ibérica).

Em Portugal, nesse século, três reis sucederam-se no trono: primeiro Sancho I, filho de D. Afonso Henriques, empenhado em alargar o território e proceder ao povoamento do país que surgira sob o governo do seu pai; depois Afonso II neto de D. Afonso Henriques, que se envolveu em lutas civis contra suas irmãs, o que motivou a perda dos territórios já conquistados aos mouros a sul do Tejo, e finalmente Sancho II, filho deste último, grande conquistador, que se envolveu em questões com a Igreja Católica e com o papado e foi excomungado e deposto pelo Papa Inocêncio IV a favor de seu irmão Afonso III, conde de Bolonha.

Santo António, de seu nome Fernando, filho de Martim de Bulhões e Maria Teresa Taveira Azevedo, nasceu em Lisboa entre 1191 e 1195, (aceita-se oficialmente a data de 15 de Agosto de 1195), numa casa próxima da Sé de Lisboa, às portas da cidade, no local, assim se pensa, onde posteriormente se ergueu a igreja sob sua invocação.

Fez os primeiros estudos na Igreja de Santa Maria Maior (hoje Sé de Lisboa), ingressando mais tarde, por volta de 1210 ou 1211, como noviço, na Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, no Mosteiro de São Vicente de Fora, guiado pela mão do então prior D. Estêvão.

Permaneceu em São Vicente de Fora por três anos, tendo com 18 ou 19 anos entrado no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, ao tempo um importante centro de cultura medieval e eclesiástica da Europa, onde realizou os estudos em Direito Canónico, Filosofia e Teologia.

O martírio de cinco franciscanos, decapitados em Marrocos, e a vinda dos seus restos mortais em 1220 para Coimbra fizeram Fernando abraçar o espírito de evangelização e trocar a Regra de Santo Agostinho pela Ordem de São Francisco, recolhendo-se no Eremitério dos Olivais de Coimbra e mudando então o nome para António.

Na Itália e no Sul de França

Por essa altura, decidiu deslocar-se a Marrocos em acção de evangelização, onde esteve, mas acometido por grave doença decidiram os Superiores da Ordem repatriá-lo. No regresso, uma forte tempestade arrastou o barco para as costas da Sicília. É aqui, na Itália, que António se notabilizaria como exímio teólogo e grande pregador.

Em Março de 1222, em Forlì, dissertou para religiosos franciscanos e dominicanos de forma tão fluente e admirável que o Provincial da Ordem o destinou de imediato à evangelização e difusão da doutrina.

Fixou-se então em Bolonha onde se dedicou ao ensino da Teologia e à pregação, nomeadamente contra as heresias dos Cátaros, Patarinos e Valdenses, o que lhe valeu o título de incansável martelo dos hereges.

Seguiu depois para França com o objectivo de pregar contra os Albigenses e em 1225 é pregador em Toulouse. Na mesma época foi-lhe confiada a guarda do Convento de Puy-en-Velay e teria à sua guarda igualmente a Província de Limoges, por escolha dos frades da Província. Dois anos mais tarde instalou-se em Marselha, mas brevemente seria escolhido para Provincial da Romanha.

Em Outubro de 1226 morreu Francisco de Assis. António assistiu à canonização de São Francisco em 1228. Neste ano deslocou-se a Ferrara, Bolonha e Florença. Durante 1229 as suas pregações dividiram-se entre Varese, Bréscia, Milão, Verona e Mântua. Esta actividade absorvia-o de tal maneira que passou a dedicar-se exclusivamente a ela.

Em 1231, e após contactos com o papa Gregório IX, regressou a Pádua, sendo a quaresma desse ano marcada por uma série de sermões da sua autoria.
A Basílica de Santo António, em Pádua.

Bastante doente, faleceu a 13 de Junho de 1231 no Oratório de Arcela. Os seus restos mortais repousam na Basílica de Pádua, construída em sua memória.

Foi canonizado pelo Papa Gregório IX, na catedral de Espoleto, em Itália, em 30 de Maio de 1232, no processo de canonização mais rápido de sempre da Igreja Católica.

Foi proclamado doutor da Igreja pelo papa Pio XII, em 1946, que o considera «exímio teólogo e insigne mestre em matérias de ascética e mística».

Muitos escritos são atribuídos a Santo António, na sua maioria apócrifos. Segundo os estudiosos, os Sermões Dominicais e Festivos são a única obra autêntica escrita pelo punho de Frei António, com a marca da sua personalidade e espiritualidade.

Trata-se de 53 sermões dominicais, escritos em Pádua, no decurso do triénio pastoral como provincial para o Norte da Itália (Romanha) (1227–1230). A estes somam-se mais 4 para as festividades marianas. Os Sermões são mais precisamente um manual de pregação do que propriamente sermões ou homilias escritas.

Existe um sermão para cada domingo ou festividade, cujo desenvolvimento é feito com base no texto do evangelho da liturgia a que se refere, sendo o texto normalmente explicado segundo os quatro sentidos da interpretação escolástica: o sentido literal, o anagógico (em relação à vida eterna), o alegórico e o moral.

Para fundamentar a sua interpretação do texto Frei António recorre à patrística: são muito frequentes as citações de Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Jerónimo, São Gregório, São Bernardo e de outros, todos Padres da Igreja. Igualmente, Frei António, para ilustração de temas filosóficos ou morais, recorre a citações de Aristóteles, Cícero, Séneca e de outros pensadores gregos e romanos. Bom franciscano que era, Frei António abrilhanta os temas com referências à observação da natureza e ao saber científico da época.

* Lê-se na história natural que as abelhas pequenas são as mais laboriosas, têm asas subtis e cor negra, como se fossem queimadas. Sermão do 3.º Domingo da Quaresma, IV-4

* A história natural diz-nos que o veado apascenta na estrada movimentada, porque sabe que o lobo evita a estrada frequentada pelo homem. Sermão do 3.º Domingo da Quaresma, Em louvor... 4

O fim último dos Sermões é a glória de Deus, mas o seu fim específico e imediato é a instrução dos crentes e o desejo de lhes oferecer uma ajuda para a sua vida religiosa e o necessário saber para o precioso anúncio da palavra de Deus.

* Para glória de Deus e edificação das almas, para consolação dos leitores e ouvintes, para o aprofundamento do sentido das Sagradas Escrituras, recorrendo aos vários passos do Antigo e Novo Testamento, constituímos um transporte com o qual nos elevaremos da terra ao céu... Prólogo 5

A sua representação iconográfica mais frequente é a de um jovem tonsurado envergando o traje dos frades menores (franciscanos), segurando o Menino Jesus sobre um livro e tendo uma cruz, ou um ramo de açucenas, na outra mão. Esses atributos podem ser substituídos por um saco de pão, embora geralmente a figura do menino Jesus (nu ou vestido, de pé ou sentado, interagindo ou não com o santo) mantenha-se na outra mão. Uma das suas características, na sua representação mais fiel, é ter o habito de franciscano ligeiramente levantado em baixo para mostrar outro de "agostinho", do qual usou antes de aceder ao segundo, que foram as duas ordens religiosas em qual ele fez parte enquanto viveu. Uma rara representação iconográfica, exclusiva a Portugal e suas ex-colónias, mostra o santo trajando as vestes de "menino de coro" ou de sacristão, segundo a tradição que, em adolescente, teria sido "coroinha" na Sé de Lisboa. Em pintura, o santo pode ser visto em adoração frente a uma aparição do menino, a pregar aos peixes (objecto de um sermão do Padre António Vieira, séculos mais tarde), tal como São Francisco pregava aos pássaros, fazendo que uma mula se ajoelhe diante de um ostensório ou achando em um cofre o coração de um ávaro. Considerado padroeiro dos pobres, é também invocado para ajudar a encontrar objetos perdidos, numa oração conhecida como os responsos (no que é similar a São Longuinho, invocado mais frequentemente no Brasil do que em Portugal).

Santo António de Lisboa é enfim comummente considerado como um santo casamenteiro; segundo a lenda, era um excelente conciliador de casais.

No Brasil, muitas moças afoitas por encontrar um marido retiravam o bebé dos braços das estátuas do santo, prometendo devolvê-lo depois de alcançarem o seu pedido. Por esse motivo, alguns párocos mandavam fazer a estátua do santo com o Menino Jesus preso ao corpo do santo, evitando assim o seu sequestro. Outras jovens colocam a imagem de cabeça para baixo, dizem que só a mudariam de posição quando Santo António lhes arranjasse marido. Estes rituais eram geralmente feitos na madrugada do dia 13 de Junho. Outro facto pitoresco digno de nota, é quando a estátua se parte nestas lides - nesse caso, os cacos devem ser juntos e deixados num cemitério.

Numa cerimónia, conhecida como trezena (por ter a duração de treze dias), os fiéis entoam cânticos, soltam fogos, e celebram comes e bebes junto a uma fogueira com o formato de um quadrado. Essa festança acontece entre 1 e 13 de Junho - é a famosa festa de Santo António.

Ainda há um outro costume que é muito praticado pelos fiéis. Todo o dia 13 de Junho, certas igrejas distribuem aos pobres "pãezinhos de Santo António" que, segundo a tradição devem ser guardados dentro de uma lata de mantimentos, para que não falte comida durante o ano. Há quem diga que o pão não mofa, mantendo-se íntegro pelo período de um ano.

Retirado da Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_António_de_Lisboa

sábado, 11 de junho de 2011

O perdão é a percepção de que a acusação é um erro - John Ruskan

Mais uma postagem referente ao livro "Purificação Emocional", de John Ruskan. O livro merece e deve ser lido por você, mas faremos algumas palhinhas por aqui, de partes muito interessantes.

Dessas partes, destaco o que ele fala sobre o PERDÃO. Nessas épocas em que a busca por ascenção espiritual tem sido a meta de muitos, em que muitos buscam espiritualizar-se cada vez mais, retornando ao seu Eu interior, acaba-se por ainda cair - e muito - nas armadilhas do Ego, interpretando de forma equivocada aquilo que os Mestres, Guias vém nos ensinar. O perdão é um desses equívocos. Não o fato e a urgência de se perdoar os outros pelas ofensas que pensamos que cometem contra nós. Conseguir perdoar de verdade alguém que nos magoou é uma grande vitória, visto o quanto é difícil, mas, ainda assim, é apenas mais uma manipulação do nosso Ego e também uma manifestação do nosso orgulho: "Sou tão espiritualizado e superior que sou capaz de perdoar o fulano que me maltratou". Então, prepare-se para uma grande surpresa... os nossos Mestres nos ensinam que devemos perdoar porque é o mais fácil!

No livro Purificação Emocional, John Ruskan aponta o fato de que o mundo externo é a materialização do nosso mundo interno. Que as nossas vivências e as atitudes dos outros perante nós são as projeções de nossas emoções estagnadas, de nossos sentimentos suprimidos e cuidadosamente estocados no nosso inconsciente. Partindo da premissa da pluralidade das existências, os equívocos cometidos por nós em encarnações pretéritas surgem como faltas no presente pedindo retificação, quando nós mesmos, inconscientemente, buscando a reparação dos erros cometidos. Porém, essa reparação também vem de uma forma equivocada. Como diz Joanna de Angelis, o remorso é o arrependimento tardio, gerando a culpa - que, para piorar, é muito cultuada por nossa sociedade ocidental, galgada na cultura judaico-cristã. A culpa é um sentimento auto-destrutivo e não é um sentimento primário, que pode levar tanto à vitimização (quando se acredita que o outro ou mesmo o mundo é o responsável por nossa mazela pessoal), quanto ao espírito de réu que deve ser duramente punido. Ambos resultados da culpa se projetam no mundo. Na "vítima" criando situações em que ela parece mesmo ser vítima das circunstâncias ou dos outros; no "réu" criando-se situações degradantes que sirvam-lhe de punição.

Resumindo: Não é o outro ou o mundo que me agride, me pressiona, me prende. O outro está reagindo a um sentimento meu, suprimido no inconsciente. E fazemos isso mutuamente. Portanto, não há vítimas ou réus, logo não há culpados a serem perdoados.

Então, nesse caso, o auto-perdão é que deve ser exercido, quando não aceitamos os nossos equívocos e nos punimos por isso. Nos auto-perdoar transformará o mundo, pois movimentará aquela energia estagnada que foi criada pelo sentimento suprimido, fazendo com que complete o seu ciclo de vida e se desfaça.

Voltando ao início. Perdoar é ensinado porque é mais fácil. Mais fácil do que olhar para dentro de si mesmo e se assumir, e assumir que somos responsáveis por aquilo que criamos. Somos responsáveis, inclusive, pelos acidentes que sofremos, pelas dificuldades que enfrentamos. Encarar isso e aceitar é, realmente, muito mais difícil do que "simplesmente" perdoar o outro.

@patkovacs.

O perdão é a percepção de que a acusação é um erro.

O perdão é, sem dúvida, uma qualidade desejável, mas muitas vezes compreendemos mal seu significado. Perdão significa finalmente ver que a outra pessoa não foi de fato responsável pelo que pensamos vir dela. Às vezes, tentamos nos forçar a perdoar, achando que estamos sendo espirituais ou amorosos, ou numa simples tentativa de evitar a dor. Continuamos acreditando que o outro é responsável pelo que nos aconteceu, mas o perdoamos por sua conduta.

Tal "perdão" é intelectual, falso e auto-enganador. Perdemos ainda mais contato com a experiência interior. Ele pode até inflar o Ego, pois achamos que fomos bastante generosos para perdoar. O verdadeiro perdão consiste em entender que a acusação original foi falsa, e não em conceder o perdão por um mal que acreditamos erroneamente nos ter sido infligido.
A acusação é particularmente relevante na dinâmica pai-filho, intensamente focalizada pela terapia tradicional. Somos encorajados a perdoar nossos pais, muitas vezes sem entender que deveríamos assumir nosso passado. Esse tipo de terapia pode funcionar a longo prazo, mas a questão é: outra abordagem mais realista funcionaria mais eficazmente? Já discutimos que escolhemos nossos pais e o ambiente inicial para servirem de catalisadores de nossa personalidade. Os eventos da infância ativam o que já está latente no subconsciente da criança, um ponto de vista discutido e apoiado por psicólogos transpessoais atuais.

Muitas vezes, negamo-nos a abandonar a acusação devido a nada mais do que o orgulho. Inconscientemente, entendemos a verdade de que somos responsáveis por nossa experiência. O egoísmo consicente, porém, quer acusar porque está se defendendo. Ele não quer sentir que poderia ser bastante tolo para prejudicar a si mesmo. É da natureza do ego, e de uma pessoa altamente egocêntrica em particular, sempre ter razão, e é pela acusação que o sentimento de superioridade costuma ser cultivado.

A auto-acusação, ou culpa, é uma variação sobre a dinâmica da acusação básica. Ao nos acusarmos, protegemo-nos em nível mais profundo, assim como acusar os outros protegerá o Ego da percepção de sua responsabilidade por sua experiência.

John Ruskan, Purificação Emocional.
Editora Rocco, 2001.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Cura Prânica - Mecanismo Natural de Cura e Autocura.

 A Cura Prânica é mais uma técnica de cura e autocura através da imposição das mãos. Esta técnica foi desenvolvida (ou organizada) pelo Mestre Choa Kok Sui, filipino com ascendência chinesa, formado em Engenharia Química e autor de vários livros sobre Cura Prânica, sendo que o melhor é que ele ainda vive neste plano e ministra palestras, viaja e ensina o que aprendeu mundo afora.

E por que coloquei no título do post a palavra "mecanismo"? Porque, no meu entendimento, é isso que a Cura Prânica é: uma cura mecânica, que não necessita de nenhum dom ou qualquer outra parafernalha mística ou transcendental. TODOS NÓS podemos executar, desde que considere algumas técnicas básicas ensinadas por Choa Kok Sui. Nada de iniciações, nada de "deitar pra santo", "fazer cabeça", estudar o evangelho, aprender meditação. Não, nada disso, em absoluto. Tão bela quanto qualquer outra técnica de cura natural, e tão descomplicada como tudo que é de Deus, da Natureza.

PRANIC HEALING®

A medicina energética é uma categoria ampla de métodos de harmonização energética alternativos que usam a força vital universal como principal forma de cura. Embora algumas medicinas energéticas sejam usadas como alternativa à medicina alopática ou ocidental, quase todos os métodos são hoje aplicados como complemento ao atendimento feito por médicos e por outros tratamentos tradicionais. É recomendado enfaticamente que Pranic Healing® seja usado apenas como complemento aos cuidados médicos.
Na medicina energética, a boa saúde é o resultado de quantidade adequada de energia fluindo suavemente pelo corpo, enquanto problemas de saúde ou enfermidades resultam da insuficiência ou bloqueio dessa energia.
Pranic Healing® é um sistema de Harmonização Energética criado pelo professor espiritual e mestre em energia filipino-chinês chamado Choa Kok Sui, que passou anos pesquisando os ensinamentos essenciais de sistemas esotéricos como yoga, chi kung, cabala (uma antiga tradição místico-espiritualista judaica) e muitos outros, para criar um método de transformação energética simples, prático, eficaz e de maneira que qualquer pessoa pudesse aprender a usar.
Depois de quase 20 anos de estudos e práticas Mestre Choa Kok Sui concluiu que, essencialmente, curar consiste em limpar e energizar – isto é, eliminar os bloqueios da livre circulação do prana no sistema e renovar a energia, possibilitando a manifestação de vitalidade e força no sistema energético, físico, emocional, psicológico e espiritual. A este equilíbrio chamamos SAÚDE.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Purificação Emocional - John Ruskan


No livro "Purificação Emocional", de John Ruskan, o autor vem ensinar aquilo que ele levou 20 anos para descobrir, depois de muito trabalho em sua reforma íntima, tema tão em voga hoje, principalmente nos meios espiritualistas.

Segundo Ruskan, os nossos problemas externos se devem, em muito, às emoções suprimidas, não vividas na sua totalidade e jogadas para o fundo do subconsciênte. Por alguns motivos internos, principalmente o medo, tendemos a evitar que um sentimento que surja se faça presente diante de nós. Rejeitando esse sentimento, ele não desaparece. Ele precisa ser sentido na sua totalidade, completar o seu ciclo de vida e só então ele desaparecerá. Não é que se sente raiva e deverá sair chutando as coisas por aí, mas deixar que a raiva passe por você, analisando o que vem por trás dela, compreendendo-a. Será uma sensação desagradável, neste exemplo, mas a energia manifestada por este sentimento não será bloqueada e suprimida no seu cerne.

O livro, no entanto, é complexo para ser esplanado numa simples postagem de blog. Então, fica como uma dica de leitura para aqueles que estão cansados desse nosso teatrinho de vida e querem que as cortinas de abram definitivamente, mostrando como a vida é, de verdade.

Segue um pequeno trecho do livro, explicando cada tipo de sentimento.
Aprenda a reconhecer seus sentimentos:

SENTIMENTOS PUROS são sentimentos não filtrados pelo sistema de crenças pessoais, e poder ser físicos, fisiológicos ou psicológicos. Você pode estar cansado, faminto ou saciado; você poder ter topado com a perda, o ganho, a rejeição ou as boas-vindas. Os sentimentos puros carecem de conteúdo emocional. Eles são meras sensações de experiência objetiva/subjetiva. Se você perceber um sentimento puro, não haverá necessidade de processar; você já estará sincronizado com sua experiência e não experimentará tensão.
 EMOÇÕES resultam de sentimentos puros filtrados por crenças. Por acreditar que não deveria se cansar, você fica deprimido; por acreditar que não deveria ser rejeitado, você fica triste. As emoções, quando se repetem com vigor, indicam uma crença subjacente significativa. Elas poderão ser clarificadas se forem relacionadas ao centro da consciência que as produz. Os tipos de emoções com que nos preocupamos icluem: medo, ansiedade, impulsos sexuais, o vício de alimentos e subtâncias químicas, raiva, compulsões de poder, tristeza, depressão, solidão, possessividade, desamparo, dinâmica de relacionamento e qualquer emoção que você possa identificar em si mesmo. Se você conseguir enxergar como cria as emoções filtrando sentimentos puros por meio de crenças, ficará mais fácil integrar suas emoções. Porém, isso não é normalmente possível, pois a maioria das crenças é inconsciente. Em nosso trabalho não procuramos confrontar intelectualmente e modificar as crenças, pois elas são mantidas por energia suprimida e são difíceis de serem modificadas deliberadamente. Pelo contrário, nós integramos a emoção produzida pela crença. A integração da emoção provoca uma liberação de energia suprimida, e a crença se desfaz naturalmente.
MAU HUMOR são sentimentos vagos de desconforto ou dor que não são tão graves para serem considerados grandes problemas, mas que nos acompanham quase como temas repetitivos. Você pode sentir que não tem bom aspecto, nunca está à vontade, é inseguro quanto a si mesmo, não se solta com os outros, detersta gastar dinheiro, é anormalmente faminto, nervoso, insatisfeito etc. Maus humores aparentemente inócuos representam outros padrões de energia mais básicos. Os maus humores não devem ser desprezados. Geralmente, eles podem ser relacionados aos quatro primeiros centros de energia (chakras) e estarão ligados a problemas suprimidos, como insegurança, desequilíbrio sexual, baixa auto-estima, solidão etc. Trabalhar com maus humores provavelmente contribuirá tanto para a auto-integração como trbalhar com os eventos emocionais intensos de sua vida. A meditação é o melhor momento para trabalhar com maus humores periódicos.

ATITUDES  se baseiam em energia, podendo, portanto, ser processadas. AS atitudes representam nossas defesas, nossas opiniões e, em geral, padrões suprimidos.

IMPULSOS E DESEJOS  relacionam-se à motivação; são a ânsia interior por satisfazer necessidades percebidas. E, ver de agir motivado por eles e correr atrás da ilusão da satisfação, você pode liberar a energia de um impulso ou desejo negativo por meio de seu processamento. Os impulsos costumam ser mais irracionais do que os desejos. Com os desejos, julgamos entender por que precisamos de algo, embora muitos dos nossos desejos sejam compulsivos e jamais possam ser realmente satisfeitos.

COMPULSÕES VICIADORAS são impulsos relacionados a vícios. Somos complelidos a buscar o objeto do vício para evitar outros sentimentos, mas o processamento nos oferece uma alternativa. O trabalho com o sentimento por trás da compulsão pode proporcionar uma liberação sem termos de ceder ao padrão viciador. Trata-se de nossa abordagem básica ao lidar com o vício. Por exemplo, caso experimente ansiedade crônica quando está sozinho, que leva ao impulso de procurar outras pessoas, você poderá decidir que o impulso é compulsivo e um vício. Se você trabalhar com a própria ansiedade, em vez de ser motivado por ela, poderá acabar se libertando do vício.

SENSAÇÕES CORPORAIS  formam uma classe de sentimentos autônomos. Elas poder ser imaginadas como físicas, mas na verdade ocorrem no corpo de energia. Por isso, sensações corporais indicam um estado de energia, e uma sensação recorrente indica bloqueio de energia. Uma sensação forte denomina-se "sintoma". É importante sintonizar-se com o corpo para permitir a percepção de sintomas. As sensações são processáveis e levarão a uma quantidade inesperada de liberação emocional, pois o corpo de energia é a origem das emoções. A percepção corporal é central a certar disciplinas de meditação, cuja prática consiste em se sentar e perceber as sensações corporais. O trabalho com as sensações corporais contribui muito para o desenvolvimento da capacidade de sentir, pois o sentimento ocorre no corpo. À medida que você se tornar mais sensível a si mesmo, descobrirá que emoções e sensações ocorrem em conjunto. TRata-se da intergace corpo-mente já discutida. O início de um padrão é percebido primeiro nas emoções ou no corpo. Seja qual dos dois você esteja percebendo, focalizá-los levará o outro aspecto para a percepção.

Do livro Purificação Emocional.
Autor John Ruskan.
Editora Rocco, 2001.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A somatização no uso das drogas.


Sabe-se pela Medicina Integrativa, Holística, que as doenças são meras somatizações dos reais problemas que jazem em nosso cerne, doenças criadas a partir do nosso desequilíbrio espiritual. Quando os sintomas atingem o Soma - o corpo físico, carnal - pode-se dizer que essas doenças chegaram ao estágio terminal. Como falado na postagem sobre a autocura através do Reiki, a doença iniciada no corpo espiritual (astral), criada no nosso campo mento-emocional, se não sanada em sua raíz, tende a se "infiltrar" nos corpos etérico e físico, "atravessando" planos dimensionais e aflorando no plano físico, em nosso corpo. Portanto, tratar apenas os sintomas aparentes no corpo físico não sana o seu mal inicial, como acontece com a medicina alopática, que além de tratar a pessoa como um mero órgão doente, esta medicina tende a ser mantenedora das doenças, jamais encontrando a cura definitiva. O que ela faz é apenas uma poda na erva daninha.

Na questão do uso das drogas, temos aí um revertério. A doença mento-emocional leva a pessoa a recorrer ao uso das drogas e as drogas devolvem a elas a intensificação dessa doença, trazendo desordens no corpo etérico - o corpo de matéria sutil, semimaterial, intermediário entre os corpos físico e astral, que também é aniquilada com a morte do veículo físico. Essas desordens atingem primeiramente os chakras, que são os órgãos do corpo etérico responsáveis pela "transmissão de dados" entre os corpos físico e astral e também catalizadores e distribuidores de Energia Vital para o corpo físico. Formando matéria bioplasmática deletéria que se grudam aos chakras, dificultando e até suspendendo o seu funcionamento, obstruíndo os canais de transmissão entre eles, chamados Nadis. Sem o adequeado funcionamento dos chakras para manter saudável o corpo etérico, há a perda gradativa de Energia Vital, ocorrendo "rasgos" nesse que funciona como verdadeiro escudo de proteção e defesa entre os corpos físico e astral. O resultado disso, nos viciados em drogas, é que eles ficam extremamente vulneráveis às "visões" e "contatos" com o plano astral de baixa vibratória, daí eles terem "alucinações" muitas vezes bizarras e mesmo macabras. Com o total desarranjo do corpo etérico, as influências perniciosas presentes no nosso plano terrestre - seja no astral ou físico - acaba por agravar ainda mais aquela doença presente no corpo mento-emocional da pessoa, e esta responde com intensidade mais agravada ainda, somatizando doenças terríveis no corpo físico.

Não é preciso entender nada dessas coisas para poder ver com nossos sentidos básicos o quanto as drogas são altamente destrutivas. A seguir está a transliteração de um texto em inglês, extraído do site Planet Oddity, em que mostra fotos de "antes" e "depois" dos efeitos devastadores das drogas sobre os viciados. Note não apenas as erupções na pele, que são em 100% desses casos mostrados, mas note, principalmente, a desorganização das expressões e olhos dessas pessoas.

@patkovacs

Faces de viciados em metanfetamina



Nós todos sabemos que as drogas são ruins para você, mas quanto de dano que elas realmente fazem? Aqui tem algumas fotos de identificação dos toxicodependentes que usam metanfetamina. É parte do projeto "Faces of Meth", pelo escritório do xerife do condado de Multnomah. Você pode ver duas fotos de identificação de cada pessoa, e que mostram diferentes períodos de tempo para que você possa ver o quanto as drogas podem mudar sua aparência em apenas alguns anos ou até meses.

Todos estes toxicodependentes usou de algum medicamento chamado metanfetamina ou "meth", como todo mundo o chama. Esta droga tem alto potencial de abuso e dependência, então quando você toma uma vez não como voltar atrás, você está indo só para ter mais e mais. Os rostos destas pessoas mostram o que abuso crônico da droga pode fazer em você.

Alguns deles nem sequer são reconhecíveis por causa das mudanças que a droga tem feito para eles. Alguns deles têm mesmo a doença de Parkinson. Você pode ver os ferimentos em seu rosto e sua aparência 30 anos mais velha que sua idade real. Seria uma boa idéia para mostrar às crianças do ensino médio para que elas vejam como as drogas são perigosas. Outra coisa que vale ressaltar é que quando você começar a abusar de drogas, você pode acabar vivendo em um túnel como esses caras.


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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Para Ser Feliz


Acorde todas as manhãs com um sorriso. Esta é mais uma oportunidade que você tem para ser feliz.

Seja seu próprio motor de arranque.

O dia de hoje jamais voltará. Não o desperdice. Você nasceu para ser feliz!

Enumere as boas coisas que você tem na vida. Ao tomar consciência do seu valor, será capaz de ir em frente com muita força, coragem e confiança!

Trace objetivos para cada dia. Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez. Seja paciente.

Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina, pois é o seu trabalho que o mantém alerta, em constante desenvolvimento pessoal e profissional. Além disso, ajuda você a manter a dignidade.

Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente, seja especial.

Quando nos deixamos vencer, não há surpresas, nem alegrias...

Conscientize-se de que a verdadeira felicidade está dentro de você. A felicidade não é ter ou alcançar, mas ser e doar-se.

Estenda sua mão. Compartilhe. Sorria. Abrace. Deixe-se envolver pelo afeto.

A felicidade é como um perfume. Você o passa nos outros e o cheiro fica um pouco em suas mãos.

E quando você se deixa envolver por essa fragrância especial, ao abraçar alguém deixa um pouco do seu cheiro, pois esse perfume é contagiante.

O importante de você ter uma atitude positiva diante da vida, ter o desejo de mostrar o que tem de melhor, é que isso produz efeitos colaterais maravilhosos.

Não só cria um halo de conforto para os que estão ao seu redor, como também encoraja outras pessoas a serem mais positivas.

O tempo para ser feliz é agora. O lugar para ser feliz é aqui!

A felicidade está ao alcance de todos, mas somente as pessoas especiais a têm alcançado. E sabe por quê?

Porque as pessoas especiais são aquelas que têm a habilidade de dividir suas vidas com os outros.

Elas são honestas nas atitudes, são sinceras e compassivas, e estão certas de que o amor é parte de tudo.

As pessoas especiais praticam a arte de se doar aos outros, e de ajudá-los com as mudanças que surgem em seus caminhos.

As pessoas especiais não temem dividir seus conhecimentos, compartilhar seus sonhos, suas alegrias.

Elas não têm medo de ser vulneráveis. Acreditam que são únicas e têm prazer em ser quem são.

As pessoas especiais são aquelas que se permitem a ventura de estar próximas dos outros e importar-se com a felicidade alheia.

Elas sabem que o amor é o que faz a diferença na vida.

As pessoas especiais são aquelas que realmente tornam a vida bela.

E você, também é uma dessas pessoas especiais?

* * *

Todas as pessoas são especiais.

Todas foram especialmente geradas pelo amor do Criador do Universo, que enfeita o céu com as estrelas e coloca na intimidade de cada ser uma centelha de luz.

Compete a cada pessoa fazer brilhar sua própria luz, conforme o convite de Jesus.

Se você ainda tem alguma dúvida sobre que atitudes tomar para ser feliz, anote estas ligeiras dicas e as realize.

Em breve verá que novos horizontes se abrirão mostrando uma realidade diferente: a realidade das pessoas felizes.


Redação do Momento Espírita

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Duas Coisas Fundamentais - Série Edward Bach

Há duas coisas fundamentais que o praticante de cura precisa ter em mente ao auxiliar um paciente. A primeira é encorajar sua individualidade e a segunda é ensiná-lo a olhar para frente. Uma vez que tenhamos realmente nossa própria e verdadeira personalidade, quando tivermos aprendido "a tornar verdadeiro o próprio Eu", a doença não pode nos afligir. Quando alma, mente e corpo estão em harmonia, a doença é coisa do passado.

Nestes dias em que imperam as convenções, muitos acharão difícil serem eles mesmos e contudo isso pode ser feito.

Todo ser humano é único, tem personalidade própria, que não deve ser afogada pelo fluxo da tendência moderna voltada à destruição do caráter, que procura nos tornar apenas unidades ou números ou partes de uma grande máquina. Cada pessoa tem uma vida para viver, um trabalho a realizar, uma personalidade gloriosa, uma individualidade maravilhosa. Se ela compreender isso e for capaz de o sustentar e manter contra todas as leias da massificação, ela superará tudo e ajudará os outros com o exemplo do seu caráter.

Através das Eras, aqueles que permaneceram fiés a si mesmos sempre foram encarados como gênios, pois qualquer que tenha sido a estação em que tenham sido colocados, terão cumprido seus destinos. O mundo ama e é inspirado por aqueles que tÊm coragem e são indiferentes à opinião pública relativa à sua missão. E cada um de nós deve ser um exemplo de individualidade.

O praticante da cura deve reconhecer que a doença do paciente se deve à perda da expressão espiritual devida à limitação de sua missão Divina causada por pensamentos e influências dos que estão ao redor.

A outra coisa fundamental é o olhar para a frente, olhar para o futuro.

Muitos montanhistas, limpadores de chaminés e capitães de navios lhes dirão para olhar para a frente ou para cima e não olhar para trás ou para baixo. O mesmo deve ocorrer com os pacientes. Nunca os deixe pensar um momento seuqer no passado: ele já passou, acabou e não importa quais tenham sido as falhas, os erros, os escorregões. Eles precisam ser esquecidos, banidos da mente, pois o passado terá ensinado sua lição e esta ficou profundamente impressa, sem que seja preciso recordá-la. Essa visão do que está à frente, o vislumbre do que está acima encorajarão e estimularão os pacientes, trazendo-lhes a esperança para continuarem a lutar. Da mesma forma que o montanhista olha para o topo da montanha que espera alcançar, eles precisarão, na vida, manter honesta e constantemente seus olhos fixos no futuro glorioso e nunca atrair a depressão ao olharem para trás. Todos os seus erros, deslizes e falhas do passado foram simplesmente experiências para melhor ensiná-los, para mostrar-lhes a meneira correta a partir da errada. Em suas almas essa lição foi bem aprendida e não devem sobrecarregar suas mentes, pensando naquilo que poderiam considerar fracassos, pois não importa quão grandes tenham sido os escorregões sofridos na subida da montanha, não importa que erros tenham cometido ou quão terríveis possam lhes parecer: todos foram simples experiências enviadas para sua educação e, tendo sido experimentadas, podem ser esquecidas, pois a lição viverá neles. Tudo o que devem pensar é que foi uma necessidade para ajudá-los a subir e uma benção disfarçada.
Por tais razões nunca permita que os pacientes falem sobre o passado. A doença de ontem é de ontem e não tem interesse ou importância agora. O que é preciso tratar é o estado atual do paciente, exatamente como está quando o vemos e mesmo que o vejamos novamente numa semana vindoura, ele será outra vez um novo paciente. Podem ter ocorrido melhoras e alterações, que podem significar a necessidade de um outro remédio e mesmo o intervalo de uma semana já faz parte do passado e não tem qualquer consequência no presente. Em casos agudos nossos pacientes podem ser uma nova pessoa, um caso diferente, num espaço de poucas horas. Precisamos tratar sempre o AGORA, e pensar no passado ou permitir que o paciente fale do passado dificulta a obtenção de resultados.

Não importa quão séria seja a doença, não importa que o certo ou o errado possa ter ocorrido no passado; é a esperança no futuro, em tempos melhores e mais gloriosos que levará o inválido à vitória.
Assim, mostre às pessoas, crianças do Criador, a individualidade Divina existente dentro delas e que é capaz de sobrepujar todas as provas e dificuldades; ajude-os a conduzirem seu barco no mar da vida, mantendo um curso verdadeiro e a não darem atenção aos outros. Ensine-os também a sempre olharem para a frente, pois, embora possam ter saído de seu curso e sofrido tormentar e tempestades, há sempre à frente, para cada um de nós, um ponto de paz e segurança.
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