terça-feira, 21 de junho de 2011

AMULETOS E TALISMÃS

    
Talismãs, amuletos e símbolos normalmente são pequenos objectos, muitas vezes metálicos, que contêm inscrições com um determinado propósito.

São usados no corpo, e podem ser, por exemplo, anéis, pendentes, crucifixos, medalhas da Virgem Maria ou dos santos, ou ossos.

Outras pessoas optam para fazer tatuagens.

AMULETOS E TALISMÃS

AMULETOS são os objeto consagrados através da magia que devem ser usados junto ao corpo (anéis, correntes, medalhas).

    Imantados com uma força mágica de proteção para o usuário.

    O significado e poder místico estão ligados com sua forma e a simbologia gravada no mesmo.

TALISMÃS são objetos de proteção, imantados de força magnética, ao qual se atribui um poder sobrenatural de realização dos desejos do usuário.

Muitas vezes aparentemente funcionais ou decorativas, como cálices (graal), adagas (wicca), esculturas, gravuras ou máscaras, estes objetos podem ser poderosos.

    Um objeto sagrado tem uma função (proteger, vincular, aproximar) determinada pela sua forma no plano material (gravura, anel, estátua, medalha, porta-incenso).

Por outro lado, a natureza da energia que pode ser canalizada pelo objeto varia de acordo com o símbolo ou divindade que este objeto represente.

 
 
Amuletos Populares

Amuletos são todos os objetos utilizados como mecanismo de proteção, atrair sorte de diversas naturezas, como sorte financeira, sorte no amor e etc.

Aos amuletos são atribuídos poderes de ordem sobre-natural, e a sua origem remota o período do homem pré-histórico, como exemplo as pequenas esculturas das deusas da fertilidade.

No Brasil a utilização e difusão por todo o País sempre esteve presente, e o que foi muito importante para este acontecimento, foi a miscigenação do povo brasileiro, miscigenação não apenas entre raças, mas também entre valores culturais.

    O uso de amuletos é universal em quase todas as culturas, sendo familiar aos europeus e americanos mais modernos sob a forma do pé de coelho para dar boa sorte, dos trevos de quatro folhas, das ferraduras, dos anéis com a pedra do signo e das moedas de boa sorte.

    Para carregar formalmente um talismã com poder é preciso primeiro gravá-lo e depois consagrá-lo.

    Inscrever nele os signos solar, lunar, astrológico, a data do nascimento, nome rúnico ou outro símbolo mágico que o personalize e lhe empreste um propósito.

    Sorte no amor, sucesso no trabalho e muito dinheiro no bolso: os talismãs podem lhe dar uma grande ajuda na hora de conseguir essas coisas boas da vida.

    É lógico que para isso você também vai ter de batalhar um pouco.

    Isso porque a força dos talismãs não provém de uma magia própria, mas da nossa capacidade de concentrar neles a nossa energia.

    Em outras palavras, eles funcionam como amplificadores dos nossos sonhos e desejos.
    O homem andou criando os seus amuletos, através dos tempos, de várias formas e para várias finalidades.

    De acordo com a história os egípcios foram os primeiros a fabricar amuletos de material durável, e outras civilizações os seguiram, em toda a Europa e Oriente.

    Desde tempos remotos, os objetos na sua forma natural, foram escolhidos, para serem usados como amuletos naturais, por exemplo: ervas, pedras, lagartos secos, estrela do mar, escamas de peixes, pêlos, dentes, plumas, pele, etc..

    Também alguns materiais eram especialmente preparados ou manufaturados, como cravos das ferraduras dos cavalos, bem como as próprias ferraduras, um pé de coelho preparado como chaveiro, dentes de animais (preparados como pingentes, broches, pulseiras, colares e até brincos).

    As formas mais comuns de amuletos artificiais, eram representadas com miniatura de animais poderosos, em medalhões broches, anéis, brincos, contendo junto, inscrições sagradas.

    Os amuletos mais antigos, em geral, exprime princípios religiosos sob a forma de símbolos e escritas.

    Todos estes amuletos, ou a crença neles, teriam caído em desuso, se não tivessem produzidos resultados reais.

    A verdade é que existe uma força mental oculta, que se irradia da vontade humana, depositando sobre amuletos e talismãs, uma forte e poderosa carga energética protetora.

    Mesmo as pessoas que não acreditam na magia e nem nos espíritos planetários, podem obter um belíssimo resultado, porque a vibração de suas energias modifica automaticamente, as forças ao seu redor.

    Mas se for acompanhado de uma convicção de obter um resultado positivo, torna-se um fator determinante do sucesso.

    Os católicos e os budistas, atribuem qualidades prodigiosas às relíquias dos santos e dos lugares santos.

    Talvez o poder do amuleto e do talismã, não é outra coisa, que o grande e incomensurável poder da mente humana ativada através de um símbolo apropriado.

    Por tal motivo, podemos afirmar e aconselhar: quando você se propões usar um Amuleto ou Talismã, deve suprimir de sua mente, a descrença e o cinismo, acreditando fortemente na sua força e na sua possibilidade de aumentá-la.

    A natureza benéfica do objeto com essa energia assegura para quem usa conforto e proteção.

    As mais antigas jóias foram usadas pelos antigos para se protegerem das doenças eram usados sobre as partes vitais do corpo: coração, têmporas, pulso, onde se pode sentir as pulsações cardíacas.

    Com o tempo perderam a função profilática para se transformarem em adornos.

    Fabricar ou desenhar um talismã, para outra pessoa é a manifestação mais significativa de amor e harmonia.

    O esforço necessário, para preparar, desenhar, personalizá-lo, destinado a levar paz, alegria, vida bela e serena, a outra pessoa, reflete um desejo tão forte que é provavelmente a mais forte e poderosa mágica de todo o Universo (o amor).

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Pombagiras & Exus

Ilustração de Jo Chen.

Vamos começar a entender esse mistério pegando pela sua função. Se observarmos, seja onde for, os Exus e Pombagiras são os guardiões, aqueles que estão na porta de entrada, no portão, guardando e zelando pelos locais sagrados, seja no terreiro, seja no campo santo, etc. Outra função em que todos concordam é de que eles são conduzidos, subordinados aos orixás, que são os agentes kármicos, e que são os grandes responsáveis pela manipulação da matéria, e assim senhores da magia, sem eles não se pode fazer nada.

Com essas funções seria possível pensarmos em seres demoníacos? Você entregaria o cuidado de sua casa para aquele que é o chefe da quadrilha de ladrões? Você aceitaria que um bandido guardasse seu filho? Você deixaria que aquele que infringe a lei maior assumisse a responsabilidade de guardar teu lar?

Se nós que somos tão imperfeitos jamais aceitaríamos algo assim, como pode Deus, os Orixás e os grandes Guias da Umbanda, necessitar de fazer acordos com aquele que representa o lado oposto de tudo que pregam e lutam? Deus daria a chave do céu, dos seus locais sagrados a aquele que um dia quis tomar seu lugar (mitologicamente falando)?

Será possível acreditar que quem tomará conta de um local que existe para fazer a caridade, para elevar a moralidade e ascender espíritos rumo ao caminho de luz de Jesus, seja cuidado e guardado por aquele que combate e odeia o amor e a caridade, aquele que apenas se felicita com o mal?

A resposta a essas perguntas por esses que não compreendem o verdadeiro Exu é de que enquanto pagarem e agradarem aquele Exu ele cuidará de seu terreiro, que só acontecerá alguma coisa se ele não fizer direitinho o que eles pedem. Isso não te lembra a máfia, o crime organizado o tráfico de drogas que pede pedágio para os comerciantes de algumas regiões para não serem assaltados? E se alguém pagar mais, eles continuam fiéis? Deus precisa disso para proteger alguém ou algum lugar? E onde fica a vibração, o orai e vigiai? Você não escolheria alguém mais confiável, mais fiel entre seus soldados para guardar tua família?

Ficando claro que é impossível racionalmente entender Exu e Pombagira como uma entidade malévola, por ser contrário ao próprio princípio de sua existência, passamos a entendê-los melhor.

São os Exus e Pombagiras que vão resgatar nos abismos os nossos irmãos que estão vagando pelo vale de trevas e sombras. São eles que vão enfrentar os sacerdotes do sub-mundo astral, para que parem de praticar atos contra a Lei Maior. São eles que freiam as atividades do baixo astral. São eles que aprisionam e começam a educação dos espíritos afeitos à maldade. São eles que convivem nas sombras (Umbral) e trevas para salvar, resgatar, irmãos que a espiritualidade maior decide.

São aqueles que seguindo a máxima divina que Deus ama a todos de igual forma, abrem mão de sua possibilidade de habitarem paragens mais leves, e optam por estarem entre os mais necessitados, aqueles a quem ninguém quer por perto para exercerem o amor de Deus. São aqueles em que a lei divina encontra instrumento para a sua execução.

Assim nossos queridos Exus e Pombagiras são espíritos extremamente elevados espiritualmente, podem nunca mais precisar reencarnar, poderiam optar em estar em outros mundos muito mais evoluídos e livres de tanto mal, mas por amor, por servidão a Lei de Deus, a Lei de Umbanda, optaram em salvar esses espíritos desgarrados.

Exus e Pombagiras são autônomos entre si, não estão subordinados e podem estar prontos para qualquer trabalho. Existem alguns tipos de demandas mais fáceis para uns e outros para outros. O Exu representa o masculino, a força universal masculina e a Pombagira a força universal feminina. Essa é a diferença entre os dois agentes mágicos.

Exu e Pombagira, aqueles que caminham na luz mesmo estando nas sombras.

Laroiê Exu! Exu é Mojubá!

(Texto extraido do site do T.U.L.A.P.) - via Flecha de Luz.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Exú

EXÚS

Exus são espíritos que já encarnaram na terra.

Estes espíritos optaram por prosseguir sua evolução espiritual através da prática da caridade, incorporando nos terreiros de Umbanda. São muito amigos, quando tratados com respeito e carinho, são desconfiados, mas gostam de ser sempre lembrados. Esses espíritos, assim como os Preto-velhos, Crianças e Caboclos, são servidores de Jesus e dos Orixás.

Apesar das imagens de Exus, fazerem referência ao "Diabo" medieval (herança do sincretismo religioso), eles não devem ser associados a prática do "Mal", pois como são servidores dos Orixás, todos têm funções específicas e seguem as ordens de seus "Maiores".

Dentre várias, duas das principais funções dos Exus são: a abertura dos caminhos e a proteção de terreiros e médiuns contra espíritos perturbadores durante a gira ou rituais.

Desta forma esses espíritos não trabalham somente durante a "gira de Exus" dando consultas, onde resolvem problemas de emprego, pessoal, demanda e etc. de seus consulentes. Mas também durante as outras giras (Caboclos, Preto-velhos, Crianças e Orixás), protegendo o terreiro e os médiuns, para que a caridade possa ser praticada.

Mas Então Quem É Exu?

Ele é o guardião dos caminhos, soldados dos Pretos-Velhos e Caboclos, mensageiros, lutadores contra o mau, sempre de frente, sem medo, sem mandar recado.

Verdadeiros cobradores do carma e responsáveis pelos espíritos humanos caídos, representam e são o braço armado e a espada divina do Criador nas Trevas, combatendo o mal e responsáveis pela estabilidade astral na escuridão. Agentes da Lei atuam dentro de seus mistérios, regendo seus domínios e os caminhos por onde percorre a humanidade.

Em seus trabalhos Exu corta demandas, desfaz trabalhos, feitiços e magia negra, feitos por espíritos malignos. Ajudam nos descarregos e desobsessões retirando os espíritos obsessores e os trevosos, encaminhando-os para a luz ou para que possam cumprir suas penas em outros lugares do astral inferior.

Seu dia é a Segunda-feira, seu patrono é Santo Antônio, em cuja data comemorativa tem também sua comemoração. A sua linha é regida pelo Orixá Ogum. A roupagem fluídica dos Exus varia de acordo com a sua função, missão e localização.

Normalmente, em campos de batalhas, eles usam o uniforme adequado. Seu aspecto tem sempre a função de amedrontar e intimidar.

É claro que em determinados lugares, eles se apresentarão de maneira diversa. Em centros espíritas, podem aparecer como "guardas". Em caravanas espirituais, como lanceiros. Se apresentam nos trabalhos umbandistas de maneira fina: com ternos, chapéus, capas, bengalas, etc.

Às vezes temidos, às vezes amados, mas sempre alegres, honestos e combatentes da maldade no mundo, assim é Exú.
Algumas palavras sobre os exus:

• Têm palavra e a honram;

• Buscam evoluir;

• Por sua função cármica de Guardião, sofrem com os constantes choques energéticos a que estão expostos;

• Afastam-se daqueles que atrasam a sua evolução;

• Estas Entidades mostram-se sempre justas, demonstrando emotividade firme, dando-nos a impressão de serem mais "Duras" que as demais Entidades;

• São caridosas e trabalham nas suas consultas, mais com os assuntos Terra a Terra;
• Sempre estão nos lugares mais perigosos para a Alma Humana;
• Quando não estão em missão ou em trabalhos, demonstram o imenso Amor e Compaixão que sentem pelos encarnados e desencarnados.


“Pela Misericórdia de DEUS, que me permitiu a convivência com essas Entidades desde a adolescência, através dos mais diferentes filhos de fé, de diferentes terreiros, aprendi a reconhecê-los e dar-lhes o justo valor. Durante todos estes anos, dos EXÚS e POMBO-GIRAS recebi apenas o Bem, o Amor, a Alegria, a Proteção, o Desbloqueio emocional, além de muitas e muitas verdadeiras aulas de aprendizado variado. Esclareceram-me, afastando-me gradualmente da ILUSÃO DO PODER. Nunca me pediram nada em troca. Apenas exigiram meu próprio esforço. Mostraram-me os perigos e ensinaram-me a reconhecer a falsidade, a ignorância e as fraquezas humanas. Torno a repetir, jamais pediram algo para si próprios. Só recebi e só vi neles o Bem.”

(Testemunho de um Sacerdote de Umbanda)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sto Antônio de Pemba - Ogum, Exu, Zé Pilintra


UMBANDA – SINCRETISMO: OGUM x EXU

Na tradição católica, de acordo com historiadores, Santo Antônio foi assentado como praça da Infantaria portuguesa por ter intercedido no ‘milagre’ da vitória sobre as forças espanholas e francesas, chegando à patente de Tenente-Coronel.No Brasil, ‘auxiliou’ nas lutas contra o Quilombo dos Palmares (pela Capitania de Pernambuco) e a esquadra de corsários franceses de Duclerc (na Capitania do Rio de Janeiro), ficando no posto de Tenente-Coronel até a Proclamação da República, quando teve seu soldo abolido pelo Marechal Hermes da Fonseca.Sendo identificado como padroeiro de incursões militares e batalhas, o santo frade acabou sincretizado com o orixá Ogum na Bahia, por exemplo.À época da escravidão, os negros eram forçados a abjurar suas crenças por imposição da Igreja Católica Apostólica Romana, sendo também obrigados a adotarem para si nomes de santos, como Antônio, Benedito, José, João, Pedro etc. Na Umbanda, Santo Antônio é visto como um padrinho destes espíritos de escravos africanos, os pretos velhos, nomeando entidades desta falange.Pode-se conjecturar uma ligação (mas não o sincretismo) de Santo Antônio com Exu porque o matrimônio sela um compromisso de continuidade dos homens (pela família). Exu é o movimento, a dinâmica da vida, promovendo a interação entre Criador e criaturas (comunicação) e a perpetuação dos seres (reprodução). O símbolo deste Orixá é o falo - órgão sexual masculino -, representando a fertilidade. Suas características controversas – provocador, brincalhão, astuto, sensual – o associaram à figura bíblica de Satanás. Por ferir a moral cristã, a Umbanda não o aculturou como divindade; cultua apenas espíritos homônimos de características análogas – os exus e pombogiras, devoltando-lhes homenagens em dia 13/6. Para os yorubá, etnia da qual herdamos a cultura dos Orixás, não existe conceito de pecado, nem divindade que seja a antítese de Deus (para eles, Olodumare).
Fonte: http://gufec.blogspot.com/2007/06/santo-antnio.html

Santo Antônio de Pemba X Exu
Entre Santo Antônio de Lisboa e Santo Antônio de Pemba há muita diferença.
Como o número de escravos era superior ao dos fidalgos, erigiu-se em cada fazenda uma capela com o Santo da devoção dos Senhores ou Sinhás das fazendas, onde um Sacerdote da Igreja Católica fazia seus ofícios religiosos.
Quando os escravos adotaram Santo Antônio de Lisboa por Santo Antônio de Pemba como Exu, fizeram-no por diversos motivos. O primeiros porque tinham que acompanhar o credo católico; o segundo para ludibriar a boa fé dos senhores das fazendas, pois proibiam que os mesmos professassem o seu culto africano; e o terceiro porque faziam suas festas com fogo, como fogueiras, etc., e o dono do fogo é Exu.
O dia de Santo Antônio de Pemba é 13 de junho, razão pela qual a Umbanda comemora nesta data o dia de Exu.

Fonte: http://www.caboclajurema.com.br/exus.htm


Santo Antonio X Zé Pilintra

Falar de Santo Antonio na Umbanda, não é tarefa fácil, ainda mais de Santo Antonio de Pemba , de Lisboa, de Ouro fino, de Pádua. Mas seja lá qual for o Santo Antonio, Uma coisa é certa, Zé Pelintra trabalha muito com ele,e é o Santo em que Zé Pelintra deposita seus pedidos. De casamenteiro à Guerreiro, Santo Antonio às vezes é confundido com Ogum. Temos consciência que Ogum é Ogum, e Santo Antonio é Santo Antonio. Antonio, que largou tudo pelo sacerdócio da caridade e luta justa pelos valores dos humanos, seja o padre, ou o padeiro, o padre que alimentava seus fiéis pela palavra de Deus ou o padeiro que matava a fome dos pobrezinhos da aldeia de Pádua. Antonio, que quando vivo já era um Santo para o povo, após sua passagem se transforma em Santo Antonio Milagreiro. Zé Pelintra, em tudo que faz, homenageia Santo Antonio, inclusive, no dia 13 de junho, benze os pães de Santo Antonio, distribuindo-os aos filhos de fé, para colocarem no açúcar, e durante um ano inteiro, o pão permanece sem estragar. Isto para que não falte a fartura . Santo Antonio de Pemba, na Umbanda, que é o Patrono de Exú, que rege as legiões desses espíritos guerreiros e mensageiros dos Anjos Superiores (orixás), que preside as batalhas navais e terrestres. Santo Antonio que protege as pessoas dos espíritos malignos e que traz o que estava perdido. Zé pelintra do Catimbó, ora muito a Santo Antonio. Em uma das suas cantigas, pergunta-se: - Zé Pelintra, cadê Santo Antonio; Estava rezando e fazendo oração; Santo  Antonio que gira e retira que quebra as demandas de toda a nação. e assim, Zé Pelintra, invoca ao Santo, trazendo sua força, inspiração e proteção à Umbanda e aos seus filhos de fé. SALVE SANTO ANTONIO.
Fonte: http://www.zepelintra.com.br/santo_antonio.html

Santo Antônio - 13 de Junho

Santo Antônio de Lisboa, internacionalmente conhecido como Santo António de Pádua, Ordem dos Frades Menores "OFM" (Lisboa, 15 de Agosto de 1191-1195 - Pádua, 13 de Junho de 1231), de seu nome de batismo Fernando de Bulhões, foi um Doutor da Igreja que viveu na viragem dos séculos XII e XIII.

Primeiramente foi frade agostiniano, tendo ingressado como noviço (1210) no Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa, tendo posteriormente ido para o Convento de Santa Cruz, em Coimbra, onde fez seus estudos de Direito. Tornou-se franciscano em 1220 e viajou muito, vivendo inicialmente em Portugal, depois na Itália e na França. No ano de 1221 passou a fazer parte do Capítulo Geral da Ordem de Assis, a convite do próprio Francisco, o fundador. Foi professor de Teologia e grande pregador. Foi convidado por São Francisco para pregar contra os Albigenses em França. Foi transferido depois para Bolonha e de seguida para Pádua, onde morreu aos 36 (ou 40) anos.

Santo António de Lisboa é considerado por muitos católicos um grande taumaturgo, sendo-lhe atribuído um notável número de milagres, desde os primeiros tempos após a sua morte até aos dias de hoje.

Protetor dos noivos, é tradição em Lisboa realizar-se um casamento coletivo, no dia 13 de Junho, na sua igreja, junto à Sé de Lisboa.

Santo António de Lisboa, OFM viveu na primeira metade do século XIII, em plena Idade Média. Desenvolviam-se as cidades extra-muros (os burgos) e uma nova classe social de artesãos, mercadores, banqueiros, notários e médicos ascendia na sociedade e no poder: a burguesia.

Na Europa formavam-se as nacionalidades sob a égide do Sacro Império e os exércitos dos anglos, francos e germanos, dominados pelo espírito da cruzada, combatiam os turcos muçulmanos no Oriente (na Terra Santa) e os berberes muçulmanos no Ocidente (na Península Ibérica).

Em Portugal, nesse século, três reis sucederam-se no trono: primeiro Sancho I, filho de D. Afonso Henriques, empenhado em alargar o território e proceder ao povoamento do país que surgira sob o governo do seu pai; depois Afonso II neto de D. Afonso Henriques, que se envolveu em lutas civis contra suas irmãs, o que motivou a perda dos territórios já conquistados aos mouros a sul do Tejo, e finalmente Sancho II, filho deste último, grande conquistador, que se envolveu em questões com a Igreja Católica e com o papado e foi excomungado e deposto pelo Papa Inocêncio IV a favor de seu irmão Afonso III, conde de Bolonha.

Santo António, de seu nome Fernando, filho de Martim de Bulhões e Maria Teresa Taveira Azevedo, nasceu em Lisboa entre 1191 e 1195, (aceita-se oficialmente a data de 15 de Agosto de 1195), numa casa próxima da Sé de Lisboa, às portas da cidade, no local, assim se pensa, onde posteriormente se ergueu a igreja sob sua invocação.

Fez os primeiros estudos na Igreja de Santa Maria Maior (hoje Sé de Lisboa), ingressando mais tarde, por volta de 1210 ou 1211, como noviço, na Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, no Mosteiro de São Vicente de Fora, guiado pela mão do então prior D. Estêvão.

Permaneceu em São Vicente de Fora por três anos, tendo com 18 ou 19 anos entrado no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, ao tempo um importante centro de cultura medieval e eclesiástica da Europa, onde realizou os estudos em Direito Canónico, Filosofia e Teologia.

O martírio de cinco franciscanos, decapitados em Marrocos, e a vinda dos seus restos mortais em 1220 para Coimbra fizeram Fernando abraçar o espírito de evangelização e trocar a Regra de Santo Agostinho pela Ordem de São Francisco, recolhendo-se no Eremitério dos Olivais de Coimbra e mudando então o nome para António.

Na Itália e no Sul de França

Por essa altura, decidiu deslocar-se a Marrocos em acção de evangelização, onde esteve, mas acometido por grave doença decidiram os Superiores da Ordem repatriá-lo. No regresso, uma forte tempestade arrastou o barco para as costas da Sicília. É aqui, na Itália, que António se notabilizaria como exímio teólogo e grande pregador.

Em Março de 1222, em Forlì, dissertou para religiosos franciscanos e dominicanos de forma tão fluente e admirável que o Provincial da Ordem o destinou de imediato à evangelização e difusão da doutrina.

Fixou-se então em Bolonha onde se dedicou ao ensino da Teologia e à pregação, nomeadamente contra as heresias dos Cátaros, Patarinos e Valdenses, o que lhe valeu o título de incansável martelo dos hereges.

Seguiu depois para França com o objectivo de pregar contra os Albigenses e em 1225 é pregador em Toulouse. Na mesma época foi-lhe confiada a guarda do Convento de Puy-en-Velay e teria à sua guarda igualmente a Província de Limoges, por escolha dos frades da Província. Dois anos mais tarde instalou-se em Marselha, mas brevemente seria escolhido para Provincial da Romanha.

Em Outubro de 1226 morreu Francisco de Assis. António assistiu à canonização de São Francisco em 1228. Neste ano deslocou-se a Ferrara, Bolonha e Florença. Durante 1229 as suas pregações dividiram-se entre Varese, Bréscia, Milão, Verona e Mântua. Esta actividade absorvia-o de tal maneira que passou a dedicar-se exclusivamente a ela.

Em 1231, e após contactos com o papa Gregório IX, regressou a Pádua, sendo a quaresma desse ano marcada por uma série de sermões da sua autoria.
A Basílica de Santo António, em Pádua.

Bastante doente, faleceu a 13 de Junho de 1231 no Oratório de Arcela. Os seus restos mortais repousam na Basílica de Pádua, construída em sua memória.

Foi canonizado pelo Papa Gregório IX, na catedral de Espoleto, em Itália, em 30 de Maio de 1232, no processo de canonização mais rápido de sempre da Igreja Católica.

Foi proclamado doutor da Igreja pelo papa Pio XII, em 1946, que o considera «exímio teólogo e insigne mestre em matérias de ascética e mística».

Muitos escritos são atribuídos a Santo António, na sua maioria apócrifos. Segundo os estudiosos, os Sermões Dominicais e Festivos são a única obra autêntica escrita pelo punho de Frei António, com a marca da sua personalidade e espiritualidade.

Trata-se de 53 sermões dominicais, escritos em Pádua, no decurso do triénio pastoral como provincial para o Norte da Itália (Romanha) (1227–1230). A estes somam-se mais 4 para as festividades marianas. Os Sermões são mais precisamente um manual de pregação do que propriamente sermões ou homilias escritas.

Existe um sermão para cada domingo ou festividade, cujo desenvolvimento é feito com base no texto do evangelho da liturgia a que se refere, sendo o texto normalmente explicado segundo os quatro sentidos da interpretação escolástica: o sentido literal, o anagógico (em relação à vida eterna), o alegórico e o moral.

Para fundamentar a sua interpretação do texto Frei António recorre à patrística: são muito frequentes as citações de Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Jerónimo, São Gregório, São Bernardo e de outros, todos Padres da Igreja. Igualmente, Frei António, para ilustração de temas filosóficos ou morais, recorre a citações de Aristóteles, Cícero, Séneca e de outros pensadores gregos e romanos. Bom franciscano que era, Frei António abrilhanta os temas com referências à observação da natureza e ao saber científico da época.

* Lê-se na história natural que as abelhas pequenas são as mais laboriosas, têm asas subtis e cor negra, como se fossem queimadas. Sermão do 3.º Domingo da Quaresma, IV-4

* A história natural diz-nos que o veado apascenta na estrada movimentada, porque sabe que o lobo evita a estrada frequentada pelo homem. Sermão do 3.º Domingo da Quaresma, Em louvor... 4

O fim último dos Sermões é a glória de Deus, mas o seu fim específico e imediato é a instrução dos crentes e o desejo de lhes oferecer uma ajuda para a sua vida religiosa e o necessário saber para o precioso anúncio da palavra de Deus.

* Para glória de Deus e edificação das almas, para consolação dos leitores e ouvintes, para o aprofundamento do sentido das Sagradas Escrituras, recorrendo aos vários passos do Antigo e Novo Testamento, constituímos um transporte com o qual nos elevaremos da terra ao céu... Prólogo 5

A sua representação iconográfica mais frequente é a de um jovem tonsurado envergando o traje dos frades menores (franciscanos), segurando o Menino Jesus sobre um livro e tendo uma cruz, ou um ramo de açucenas, na outra mão. Esses atributos podem ser substituídos por um saco de pão, embora geralmente a figura do menino Jesus (nu ou vestido, de pé ou sentado, interagindo ou não com o santo) mantenha-se na outra mão. Uma das suas características, na sua representação mais fiel, é ter o habito de franciscano ligeiramente levantado em baixo para mostrar outro de "agostinho", do qual usou antes de aceder ao segundo, que foram as duas ordens religiosas em qual ele fez parte enquanto viveu. Uma rara representação iconográfica, exclusiva a Portugal e suas ex-colónias, mostra o santo trajando as vestes de "menino de coro" ou de sacristão, segundo a tradição que, em adolescente, teria sido "coroinha" na Sé de Lisboa. Em pintura, o santo pode ser visto em adoração frente a uma aparição do menino, a pregar aos peixes (objecto de um sermão do Padre António Vieira, séculos mais tarde), tal como São Francisco pregava aos pássaros, fazendo que uma mula se ajoelhe diante de um ostensório ou achando em um cofre o coração de um ávaro. Considerado padroeiro dos pobres, é também invocado para ajudar a encontrar objetos perdidos, numa oração conhecida como os responsos (no que é similar a São Longuinho, invocado mais frequentemente no Brasil do que em Portugal).

Santo António de Lisboa é enfim comummente considerado como um santo casamenteiro; segundo a lenda, era um excelente conciliador de casais.

No Brasil, muitas moças afoitas por encontrar um marido retiravam o bebé dos braços das estátuas do santo, prometendo devolvê-lo depois de alcançarem o seu pedido. Por esse motivo, alguns párocos mandavam fazer a estátua do santo com o Menino Jesus preso ao corpo do santo, evitando assim o seu sequestro. Outras jovens colocam a imagem de cabeça para baixo, dizem que só a mudariam de posição quando Santo António lhes arranjasse marido. Estes rituais eram geralmente feitos na madrugada do dia 13 de Junho. Outro facto pitoresco digno de nota, é quando a estátua se parte nestas lides - nesse caso, os cacos devem ser juntos e deixados num cemitério.

Numa cerimónia, conhecida como trezena (por ter a duração de treze dias), os fiéis entoam cânticos, soltam fogos, e celebram comes e bebes junto a uma fogueira com o formato de um quadrado. Essa festança acontece entre 1 e 13 de Junho - é a famosa festa de Santo António.

Ainda há um outro costume que é muito praticado pelos fiéis. Todo o dia 13 de Junho, certas igrejas distribuem aos pobres "pãezinhos de Santo António" que, segundo a tradição devem ser guardados dentro de uma lata de mantimentos, para que não falte comida durante o ano. Há quem diga que o pão não mofa, mantendo-se íntegro pelo período de um ano.

Retirado da Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_António_de_Lisboa

sábado, 11 de junho de 2011

O perdão é a percepção de que a acusação é um erro - John Ruskan

Mais uma postagem referente ao livro "Purificação Emocional", de John Ruskan. O livro merece e deve ser lido por você, mas faremos algumas palhinhas por aqui, de partes muito interessantes.

Dessas partes, destaco o que ele fala sobre o PERDÃO. Nessas épocas em que a busca por ascenção espiritual tem sido a meta de muitos, em que muitos buscam espiritualizar-se cada vez mais, retornando ao seu Eu interior, acaba-se por ainda cair - e muito - nas armadilhas do Ego, interpretando de forma equivocada aquilo que os Mestres, Guias vém nos ensinar. O perdão é um desses equívocos. Não o fato e a urgência de se perdoar os outros pelas ofensas que pensamos que cometem contra nós. Conseguir perdoar de verdade alguém que nos magoou é uma grande vitória, visto o quanto é difícil, mas, ainda assim, é apenas mais uma manipulação do nosso Ego e também uma manifestação do nosso orgulho: "Sou tão espiritualizado e superior que sou capaz de perdoar o fulano que me maltratou". Então, prepare-se para uma grande surpresa... os nossos Mestres nos ensinam que devemos perdoar porque é o mais fácil!

No livro Purificação Emocional, John Ruskan aponta o fato de que o mundo externo é a materialização do nosso mundo interno. Que as nossas vivências e as atitudes dos outros perante nós são as projeções de nossas emoções estagnadas, de nossos sentimentos suprimidos e cuidadosamente estocados no nosso inconsciente. Partindo da premissa da pluralidade das existências, os equívocos cometidos por nós em encarnações pretéritas surgem como faltas no presente pedindo retificação, quando nós mesmos, inconscientemente, buscando a reparação dos erros cometidos. Porém, essa reparação também vem de uma forma equivocada. Como diz Joanna de Angelis, o remorso é o arrependimento tardio, gerando a culpa - que, para piorar, é muito cultuada por nossa sociedade ocidental, galgada na cultura judaico-cristã. A culpa é um sentimento auto-destrutivo e não é um sentimento primário, que pode levar tanto à vitimização (quando se acredita que o outro ou mesmo o mundo é o responsável por nossa mazela pessoal), quanto ao espírito de réu que deve ser duramente punido. Ambos resultados da culpa se projetam no mundo. Na "vítima" criando situações em que ela parece mesmo ser vítima das circunstâncias ou dos outros; no "réu" criando-se situações degradantes que sirvam-lhe de punição.

Resumindo: Não é o outro ou o mundo que me agride, me pressiona, me prende. O outro está reagindo a um sentimento meu, suprimido no inconsciente. E fazemos isso mutuamente. Portanto, não há vítimas ou réus, logo não há culpados a serem perdoados.

Então, nesse caso, o auto-perdão é que deve ser exercido, quando não aceitamos os nossos equívocos e nos punimos por isso. Nos auto-perdoar transformará o mundo, pois movimentará aquela energia estagnada que foi criada pelo sentimento suprimido, fazendo com que complete o seu ciclo de vida e se desfaça.

Voltando ao início. Perdoar é ensinado porque é mais fácil. Mais fácil do que olhar para dentro de si mesmo e se assumir, e assumir que somos responsáveis por aquilo que criamos. Somos responsáveis, inclusive, pelos acidentes que sofremos, pelas dificuldades que enfrentamos. Encarar isso e aceitar é, realmente, muito mais difícil do que "simplesmente" perdoar o outro.

@patkovacs.

O perdão é a percepção de que a acusação é um erro.

O perdão é, sem dúvida, uma qualidade desejável, mas muitas vezes compreendemos mal seu significado. Perdão significa finalmente ver que a outra pessoa não foi de fato responsável pelo que pensamos vir dela. Às vezes, tentamos nos forçar a perdoar, achando que estamos sendo espirituais ou amorosos, ou numa simples tentativa de evitar a dor. Continuamos acreditando que o outro é responsável pelo que nos aconteceu, mas o perdoamos por sua conduta.

Tal "perdão" é intelectual, falso e auto-enganador. Perdemos ainda mais contato com a experiência interior. Ele pode até inflar o Ego, pois achamos que fomos bastante generosos para perdoar. O verdadeiro perdão consiste em entender que a acusação original foi falsa, e não em conceder o perdão por um mal que acreditamos erroneamente nos ter sido infligido.
A acusação é particularmente relevante na dinâmica pai-filho, intensamente focalizada pela terapia tradicional. Somos encorajados a perdoar nossos pais, muitas vezes sem entender que deveríamos assumir nosso passado. Esse tipo de terapia pode funcionar a longo prazo, mas a questão é: outra abordagem mais realista funcionaria mais eficazmente? Já discutimos que escolhemos nossos pais e o ambiente inicial para servirem de catalisadores de nossa personalidade. Os eventos da infância ativam o que já está latente no subconsciente da criança, um ponto de vista discutido e apoiado por psicólogos transpessoais atuais.

Muitas vezes, negamo-nos a abandonar a acusação devido a nada mais do que o orgulho. Inconscientemente, entendemos a verdade de que somos responsáveis por nossa experiência. O egoísmo consicente, porém, quer acusar porque está se defendendo. Ele não quer sentir que poderia ser bastante tolo para prejudicar a si mesmo. É da natureza do ego, e de uma pessoa altamente egocêntrica em particular, sempre ter razão, e é pela acusação que o sentimento de superioridade costuma ser cultivado.

A auto-acusação, ou culpa, é uma variação sobre a dinâmica da acusação básica. Ao nos acusarmos, protegemo-nos em nível mais profundo, assim como acusar os outros protegerá o Ego da percepção de sua responsabilidade por sua experiência.

John Ruskan, Purificação Emocional.
Editora Rocco, 2001.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Cura Prânica - Mecanismo Natural de Cura e Autocura.

 A Cura Prânica é mais uma técnica de cura e autocura através da imposição das mãos. Esta técnica foi desenvolvida (ou organizada) pelo Mestre Choa Kok Sui, filipino com ascendência chinesa, formado em Engenharia Química e autor de vários livros sobre Cura Prânica, sendo que o melhor é que ele ainda vive neste plano e ministra palestras, viaja e ensina o que aprendeu mundo afora.

E por que coloquei no título do post a palavra "mecanismo"? Porque, no meu entendimento, é isso que a Cura Prânica é: uma cura mecânica, que não necessita de nenhum dom ou qualquer outra parafernalha mística ou transcendental. TODOS NÓS podemos executar, desde que considere algumas técnicas básicas ensinadas por Choa Kok Sui. Nada de iniciações, nada de "deitar pra santo", "fazer cabeça", estudar o evangelho, aprender meditação. Não, nada disso, em absoluto. Tão bela quanto qualquer outra técnica de cura natural, e tão descomplicada como tudo que é de Deus, da Natureza.

PRANIC HEALING®

A medicina energética é uma categoria ampla de métodos de harmonização energética alternativos que usam a força vital universal como principal forma de cura. Embora algumas medicinas energéticas sejam usadas como alternativa à medicina alopática ou ocidental, quase todos os métodos são hoje aplicados como complemento ao atendimento feito por médicos e por outros tratamentos tradicionais. É recomendado enfaticamente que Pranic Healing® seja usado apenas como complemento aos cuidados médicos.
Na medicina energética, a boa saúde é o resultado de quantidade adequada de energia fluindo suavemente pelo corpo, enquanto problemas de saúde ou enfermidades resultam da insuficiência ou bloqueio dessa energia.
Pranic Healing® é um sistema de Harmonização Energética criado pelo professor espiritual e mestre em energia filipino-chinês chamado Choa Kok Sui, que passou anos pesquisando os ensinamentos essenciais de sistemas esotéricos como yoga, chi kung, cabala (uma antiga tradição místico-espiritualista judaica) e muitos outros, para criar um método de transformação energética simples, prático, eficaz e de maneira que qualquer pessoa pudesse aprender a usar.
Depois de quase 20 anos de estudos e práticas Mestre Choa Kok Sui concluiu que, essencialmente, curar consiste em limpar e energizar – isto é, eliminar os bloqueios da livre circulação do prana no sistema e renovar a energia, possibilitando a manifestação de vitalidade e força no sistema energético, físico, emocional, psicológico e espiritual. A este equilíbrio chamamos SAÚDE.
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