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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Formas-pensamentos, larvas astrais e ovóides.

 
Larvas astrais, vibriões psíquicos e aparelhos astrais são, todos formas-pensamento. Já os Ovóides não são formas-pensamento, mas consciências que tomaram a forma oval.

Formas-Pensamento:

São criações mentais modeladas em matéria fluídica ou matéria astral. Podem ser criadas por encarnados ou desencarnados com características boas ou ruins, positivas ou negativas.

São resultado da ação da mente, sobre as energias mais sutis que estão a nossa volta. As energias que nos rodeiam são altamente plásticas e sensíveis a ação das ondas mentais.

Quando pensamos, as vibrações dos pensamentos atuam sobre as energias condensando ou dispersando-as, dando-lhes formas, cores, brilhos que correspondem a natureza do que pensamos.

Se um pensamento é passageiro muitas vezes nem chega a criar nada, ou se cria, a forma se esvai por falta de alimentação energética.

Mas se o pensamento é repetitivo, uma forma pensamento é alimentada, ficando cada vez mais forte. Se ela for positiva, sadia, elevada ela só se alimentará de pensamentos da mesma vibração positiva do seu criador ao mesmo tempo que alimentará os fluídos agregados, por sintonia de outras mentes e formas pensamentos do mesmo teor.

No entanto se for uma forma-pensamento negativa, densa, doentia, ela também se alimentará dos pensamentos do seu criador e por sintonias agregadas de outras mentes doentias.

O importante observar que as formas-pensamento podem ser “incorporadas” por médiuns, como se fossem espíritos. A diferença é que, como não são consciências , não tem mente, ou seja, não são individualidades, não são capazes de se comunicar de forma lógica, mas podem ser acopladas aos médiuns, à sua aura e ao seu perispírito para drenagem de energias.

No caso dessa incorporação ser voluntária visa retirar essa forma de um encarnado ou desencarnado, para desintegração da forma.

No caso dos grupos de desobsessão que não há diálogo, mas se nota um enfraquecimento gradativo do fenômeno, como se a entidade estivesse literalmente derretendo, desmanchando-se para logo deixar o corpo do médium.

Leituras para entender melhor o assunto:

FORMAS PENSAMENTOS – Editora Pensamento – Anie Besant e C.W Leadbeater.

Larvas Astrais e Vibriões Psíquicos:

“Basilisco”

Vibrião é a designação comum às bactérias móveis em forma de bastonetes.

Larva vem do latim larvae e significa máscara, boneco, demônio, espectro que se apodera das pessoas. Os antigos romanos chamavam as aparições de pessoas mortas que tiveram morte violenta.

Já em Zoologia, representa o estágio imaturo, pós-embrionário de um animal, quando este difere sensivelmente do adulto, como os insetos por exemplo, pois neste estágio o animal estaria “mascarado”, disfarçado.

No caso, as Larvas e vibriões astrais são semelhantes aos físicos, criados por vícios mentais e emocionais da consciência. Atitudes, pensamentos e pensamentos desequilibrados, são geradores.

ANDRÉ LUIZ, no capítulo 3, Livro Missionários da Luz, ao examinar mais de perto alguns candidatos ao desenvolvimento mediúnico:

“Fiquei estupefato. As glândulas geradoras emitiam fraquíssimas luminosidade, que parecia abafada por aluviões de corpúsculos negros. Começavam a movimentação sobre a bexiga vibravam ao longo do cordão espermático, formando colônias compactas nas vesículas seminais, na próstata, nas massas moncosas uretrais invadiam os canais seminíferos e lutavam com as células sexuais, aniquilando-as.

Estava assombrado …. Seriam expressões mal conhecidas da SÍFILIS?

O INSTRUTOR ALEXANDRE RESPONDE : Não, ANDRÈ. Mas, não temos sob os olhos o espiroqueta de Schaudinn, nem qualquer nova forma suscetível de análise material por bacteriologistas humanos.

O observado, com experiências sexuais variadas, também contatos com entidades grosseiras, que o visitam com freqüência, à maneira de imperceptíveis vampiros.
Obs: As espiroquetas são bactérias em forma de saca-rolhas que tendem a se mover com um movimento ondulante semelhante ao de uma hélice. As principais cepas (espécies) das espiroquetas incluem o Treponema, a Borrelia, a Leptospira e o Spirillum.

Observando outro candidato habituado a ingerir alcóol em excesso, André Luiz nos dá a seguinte descrição:

Espantava-me o fígado enorme. Pequeninas figuras horripilantes, postavam-se vorazes ao longa da veia aorta, lutando com elementos sangüíneos mais novos, toda a estrutura do órgão se mantinha alterada.

Observando uma mulher com distúrbios alimentares. André relata:

Em grande zona do ventre superlotado de alimentação, viam-se muitas parasitas conhecidos, mas além deles, divisava-se corpúsculos semelhantes a lesmas vorazes, que se agrupavam em grandes colônias, desde os músculos e as fibras do estômago até a válvula ileocecal.

Para entender como surgem as Larvas Astrais. Capítulo 4 do Livro Missionários da Luz, Alexandre diz a André Luiz: – Você não ignora que no círculo de enfermidades terrestres, cada espécie de micróbio tem seu ambiente preferido. Acredita você que semelhantes formações microscópicas se circunscrevem a carne transitória?

Não sabe que o macrocosmo está repleto de surpresas em suas formas variadas? André, as doenças psíquicas são muito mais deploráveis. A patogênese da alma está dividida em quadros dolorosos.

A cólera, a intemperança, os desvarios do sexo, as viciações de vários matizes, formam criações inferiores que afetam profundamente a vida íntima. Quase sempre o corpo doente assinala a mente enfermiça. Nas moléstias da alma, como nas enfermidades do corpo físico, antes da afecção existe o ambiente.

As ações produzem efeitos, os sentimentos geram criações, os pensamentos dão origem as formas e conseqüências de infinita expressão.

Como vemos, as larvas astrais surgem dos excessos e desequilíbrios físicos, emocionais e espirituais de toda sorte, da repetição contínua de uma mesma conduta, física, e/ou mental, o que causa o acúmulo de energias mais densas em determinadas regiões do organismo, onde se organizam as colônias de microrganismos astrais.

A sintonia é a alma do universo, e tudo funciona segundo suas leis. Somos uma usina geradora e viveremos com aquilo que criarmos ou atrairmos a partir sempre do criamos principalmente dentro de nós.

OVÓIDES :

“Ovóide”

Parasitas ovóides são, como diz o Dr. Ricardo Di Bernardi, “espíritos humanos que, pela manutenção de uma idéia fixa e doentia (monodeismo), acabam estabelecendo uma vibração de baixa freqüência e comprimento de onda longo que com o passar do tempo, produz uma deformação progressiva no seu corpo espiritual.

Ovóides são, portanto espíritos em estado tão profundo de perturbação que perderam a consciência de sua natureza humana de seu perispírito.

Portanto não perdem o seu perispírito (psicossoma), ele fica tão deformado que perde a sua forma humana, apenas uma forma ovalada.

Di Bernardi, afirma que se trata de um monodeismo auto-hipnotizante. Ele vibra de forma contínua e constante, gerando uma energia que gira sempre de maneira igual e repetida pelo mesmo pensamento desequilibrada.

Ao vibrar repetidamente na mesma freqüência e em desequilíbrio com a Lei cósmica Universal, gera este circuito arredondado que vai deformando e tornando-se ovóide.

Na prática são espíritos que entram em pensamentos, sentimentos repetitivos e negativos, excesso de apego, remorso, vingança, faz com que perca a noção do tempo e espaço e vai aos poucos se atrofiando, por falta de função nos órgãos do psicossoma, assumindo a forma de sua própria onda mental, um círculo vicioso em que vive mentalmente.

Di Bernardi, afirma que se trata de um monodeismo auto-hipnotizante. Ele vibra de forma contínua e constante, gerando uma energia que gira sempre de maneira igual e repetida pelo mesmo pensamento desequilibrada.

Ao vibrar repetidamente na mesma freqüência e em desequilíbrio com a Lei cósmica Universal, gera este circuito arredondado que vai deformando e tornando-se ovóide.

Na prática são espíritos que entram em pensamentos, sentimentos repetitivos e negativos, excesso de apego, remorso, vingança, faz com que perca a noção do tempo e espaço e vai aos poucos se atrofiando, por falta de função nos órgãos do psicossoma, assumindo a forma de sua própria onda mental, um círculo vicioso em que vive mentalmente.

QUANDO A PESSOA ESTÁ NO ESTADO VEGETATIVO encarnada, no físico, não tem mais capacidade de manifestar com ele, não perde o seu perispirito, porque existe atividade no duplo etérico que mantém as formas humanas no perispírito (psicossoma).

As moléculas do perispírito são moldáveis pelo sentimento, tomam forma de acordo com a vibração do espírito. Assim se tornam brilhantes, opacas, densas ou leves.

Quando um OVÓIDE se liga a uma consciência encarnada ou desencarnada, fica caracterizada o processo obsessivo por parasita ovóide.

Existe um envolvimento de adesão, colado ao corpo físico, no qual, distorce os pensamentos, opiniões e atitudes do encarnado.

O ovóide é incapaz de manipular energias, locomover-se ou interagir conscientemente de livre e espontânea vontade, mas pode fazê-lo no automático, atraído por sintonia, mesmo em estado precário.

O OVÓIDE PODE CHEGAR A AURA de uma pessoa somente por atração que essa pessoa exerce sobre ele. Nada mais é necessário como ponte. Basta a sintonia entre os dois. Basta a sintonia entre os dois. Como ímãs.

Um processo obsessivo é mútuo por força de sintonia, existe um consentimento, mesmo que inconsciente para o acoplamento obsesssivo. Originado é claro pelos pensamentos, tais como: ódio, raiva, egoísmo, apego excessivo a coisas ou pessoas, etc.

Os ovóides podem ser hipnotizados por outras consciências, no caso aqueles que manipulam a hipnose podem perfeitamente prejudicar uma pessoa mantendo um ovóide parasitária numa aura de uma pessoa afim de prejudicá-la.

Não confundir um OVÓIDE, com o CORPO MENTAL sem o perispírito (psicossoma). Um espírito sem o psicossoma é um espírito oriundo do plano mental, superior ao plano astral, geralmente são espíritos de luz que se manifestam em qualquer plano.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ovóides - Degeneração da forma humana

Essas coisinhas têm me chamado a atenção há alguns anos (sabe-se lá se já não me tornei um, algum dia nesse infinito eterno da vida). E agora, com essas novas leituras, amealhei mais informações a respeito. E sabe aquela história de que basta você tomar conhecimento de algo e, de repente, a todo instante assuntos semelhantes lhe chegam às mãos? Ou é porque nunca tínhamos notado antes por falta de conhecimento mesmo ou porque chegou a hora de saber mais sobre eles.

Nas obras psicografadas de Robson Pinheiro esse assunto é abordado com mais profundidade, inclusive mostrando as etapas anteriores desse processo de retrocesso da forma perispiritual. No livro Legião fala-se das formas antecessoras, como a dos "fura-terra" e "terrículas". Mas não apenas neste livro o tema é abordado, mas em vários outros, tanto que o termo e o fenômeno é reconhecido pelo Movimento Espírita. Utilizando-se algumas vezes de outros nomes ou mesmo não nomeando, o estado de ovoidização de um Espírito é mencionado em algumas obras de André Luiz e Ermance Dufaux (Como desses dois autores eu tenho certeza da menção, peço a você, se tem informações de outras obras, para se manifestar e aqui publicar, por gentileza).

Na obra de Ermance Dufaux, "Mereça Ser Feliz", o Dr. Inácio fala sobre uma enfermaria restrita, a tal Ala dos Hebetados. Lembro que quando li esse livro, em 2007, quando cheguei a essa parte, a revelação para mim foi tão chocante que parei de ler no mesmo instante, voltando ao livro alguns dias depois. Os internos nesta Ala dos Hebetados são Espíritos em estado de hibernação, que não reencarnam há mais de 10 mil anos... seriam eles ovóides? Ou uma etapa posterior, depois do socorro?

No livro "Lírios de Esperança", os ovóides são abordados de forma muito mais direta, pois dois dos personagens do livro, Marcondes e Eulália, tiveram Espíritos-ovóides extraídos por meio de cirúrgia de seus corpos espirituais. Nesse livro, fala-se do setor destinado à recuperação desses seres, no Hospital Esperança.
 
Na nova literatura espiritualista, a licantropia é mostrada os espíritos em estados degenerativos das formas perispirituais, isso é: espíritos em processos, ou obsessivos ou mesmo interiores, de conflitos e culpas, entra num processo de tentativa de retrocesso consciencial (o que é impossível, pois o espírito não regride), ocorrendo a degeneração da forma do corpo espiritual (perispírito). O estágio da licantropia é quando o espírito pensa que está voltando ao confortável reino animal, em que não havia a consciência despertada. A mente permacesse da mesma forma, mas o corpo se transmuta para a de um zoomórfico, descendo de mamífero para réptil até atingir o fundo do poço, quando perde totalmente a forma humana e sua consciência se fecha num ovo, o que chamam de ovóides.

Neste link, dá-se uma ideia do que é um ovóide:
http://www.guia.heu.nom.br/ovoides.htm

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